Nos dias em que tudo perde o sentido e as lágrimas caem perante a ausência das palavras certas há algo que nos conforta, trazendo a segurança que nos falta.
Porque o todo só é possível quando a base é sincera.
Sem necessitar de falar, pois um olhar basta...
Sem necessitar de pedir, pois um gesto chega...
Sem necessitar de sofrer, pois um abraço conforta.
O vazio das palavras completa-se e a relação constrói-se. Com o tudo e o nada mas sempre com a certeza da veracidade de todos os efémeros nadas e tudos...que passam a estórias da História, que só é possível escrever se as palavras deixarem de ser livres ou soltas.
Estas vagueiam e correm o mundo, por canais mais ou menos intensos, esperando chegar e fazer sentir aquilo que realmente veiculam.
Deixam de ser ingratas, ganhando contornos novos, tal como os seus sentidos,que agora sim têm um diferente rumo...aquele que vai direitinho ao coração e que, finalmente, nos deixa sorrir...pois agora sei-te dizer, agora sei-te falar, agora sei-te gostar, respeitando os pequenos nadas, diferentes dos grande tudos que tudo fazem.
Devagar, seguindo e cedendo, falando e sentindo, podendo caminhar, segura, com a certeza de que o amanhã será bem real!
sábado, 2 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Porque há coisas que merecem resposta...
Ocupação total dos tempos livres com personagens como o Bubu e o Ti Mika torna-se deveras produtivo para um efectivo cumprimento da sala de chuto a tempo inteiro! um projecto a definir seria, contudo, a compra correcta de uma vela que seria a solução para uma área cinzenta, carregada de tons sombrios onde nem a tomita, apesar dos seus inegáveis poderes, consegue mediar. é necessário, por isso, agir, e tomar a consciência de que todos têm um papel activo para cumprir, onde a transversalidade das questões permite um maior desenvolvimento cognitivo, social e pessoal.
A intervenção em zonas prioritárias, leia-se a sala e a cozinha, parece-me pois crucial!
beijinhos curricularmente inteligentes para quem me lê e compreende! ****
A intervenção em zonas prioritárias, leia-se a sala e a cozinha, parece-me pois crucial!
beijinhos curricularmente inteligentes para quem me lê e compreende! ****
domingo, 20 de janeiro de 2008
17 anos de estórias com História!
Ontem o Azul voltou a brilhar mais forte...e, no meio de uma nostalgia deixada a convite de uma pequena grande exposição e de um enorme orgulho, a Tuna Feminina da Faculdade de Letras do Porto festejou 17 anos!
17 anos..."de estórias, com muitas conquistas, em diversos lugares, onde lutamos por um sonho, de momentos e tradições, com esta Tuna para sempre nos nossos corações", assim ditavam os cartazes e assim batia o nosso sentir.
O reencontro de diferentes gerações, o fortalecer de amizades, os olhares cúmplices e o desejo de continuar esta História cheia de estórias foi mais um passo nesta já longa caminhada.
Era dia de festa...e assim foi...com a animação, os shots, o bolo e a champanhe no regresso do já muito conhecido Academia!
A todas as meninas que fizeram, fazem e vão continuar a fazer parte desta tão grande Tuna o meu muito obrigada e os meus parabéns sentidos...tal como as letras!
Beijinhos grandes para todos e um em especial para quem tem o "coração azul em forma de palco"! ***
17 anos..."de estórias, com muitas conquistas, em diversos lugares, onde lutamos por um sonho, de momentos e tradições, com esta Tuna para sempre nos nossos corações", assim ditavam os cartazes e assim batia o nosso sentir.
O reencontro de diferentes gerações, o fortalecer de amizades, os olhares cúmplices e o desejo de continuar esta História cheia de estórias foi mais um passo nesta já longa caminhada.
Era dia de festa...e assim foi...com a animação, os shots, o bolo e a champanhe no regresso do já muito conhecido Academia!
A todas as meninas que fizeram, fazem e vão continuar a fazer parte desta tão grande Tuna o meu muito obrigada e os meus parabéns sentidos...tal como as letras!
Beijinhos grandes para todos e um em especial para quem tem o "coração azul em forma de palco"! ***
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Feliz 2008!!!

2007 foi, sem dúvida, um ano de grandes mudanças! Fim do estágio, entrada na vida activa, inscrição num mestrado, casa nova, enfim, um sem número de sonhos realizados, de rotinas alteradas e que sem a ajuda daqueles de quem mais gosto seriam impossíveis de realizar.
Por isso, à família e aos amigos o meu muito obrigada por escreverem linhas brancas em folhas que continuam a fazer a minha História!
Mas, chega de balanços, resta-me apenas desejar um Feliz 2008 a todos vós! Não peço um ano perfeito, porque ele não existe! Peço sim um ano de vida, cheio de risos e choros, de alegrias, amizades, uniões! Um ano de partilhas, lutas e barreiras...um ano de metas alcançadas...porque com trabalho, vontade, carinho e dedicação tudo é possível!
Então, para todos vós que seja um ano em que "querer é poder, lutar e vencer!".
Sejam Felizes!! E contem comigo para espalhar alguns desses sorrisos, secar algumas dessas lágrimas, mas acima de tudo para viver alguns desses sonhos!
Um grande beijinho, cheio de amizade e carinho para todos vós que mesmo em silêncio eu sei que me lêem.*******
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
V Moura Encantada

Mais vale tarde do que nunca…e, agora, já refeita das emoções vividas deixo aqui o meu relato de mais um grande festival de tunas femininas, o V Moura Encantada.
A ansiedade era muita, mesmo antes da partida, e entre malas desencontradas, “trajes já cansados” e cds bem característicos com vontade de rodar nas duas nossas “bombas” que nos levariam até Faro, começou a viagem para um mundo mouro-encantado!
Na viagem, as peripécias habituais, as ultrapassagens com surpresas, as garrafas bem à mostra, as calinadas da praxe e a música a ecoar pelo país inteiro. De norte a sul do país levámos sorrisos, alegrias, amizades...
À chegada, o grande hit da nossa amiga Joanna exigiu destaque e, sem dúvida, obteve-o. Bairalico à pressão, as cervejas viriam depois, e deu-se o primeiro contacto com o gélido quarto gigante que nos acolheria na primeira noite.
Apesar de nos quererem fazer acreditar que era para trabalhar, algumas de nós ficaram no quarto (o blog oficial da TFFLUP comprova o resultado...) e outras dirigiram-se ao local da festa...o mítico B.A.! Partidas de matrecos (desde o Marco de Canaveses que esta Tuna já não é a mesma...), bebidas à borla, pão com chouriço e pizzas quentinhas e um senhor nosso fã que até corria só para nos ver. A menina reguila, os senhores guardas que não levam a mal, a festa do pijama para alguns e era a hora de recolher ao calor, ou não, dos nossos lençóis...e das nossas capas!
De manhã, acordadas por um sussurrar de um “alguém está acordado?”, lá fomos ganhando coragem e preparamo-nos para sair. Almoço na cantina do campus da Penha, tarde bem passada a tocar num cafezinho, Karaoke (se tivessem sido as BAP tinhamos ganho) e um belo lanche antes do jantar, novamente no campus da Penha.
É então chegada a hora do espectáculo e no caminho de bus para o autitório das Gambelas já algumas emoções iam sendo exteriorizadas. Lá, os nervos iam aumentando com o chegar da hora de subir a palco, os corações das dez meninas corajosas batiam mais fortes mas o orgulho e a honra de representarem a Tuna Feminina da Faculdade de Letras da Universidade do Porto falou mais alto e brindaram o público com uma excelente actuação! Do sempre sentido “Rio, a Ribeira, a Margem”, passando pelo nosso “Foi Deus”, com um instrumental poliglota e um medley bem português, chegámos ao nosso “Serenatas a Ninguém” que tão bem culmina todas as nossas actuações.
No final, o grito de guerra “Tu, Tu, Tu, Tu, Tu, Tuna de Letras” ecoou bem alto entre as paredes daquele edifício e foi acompanhado por uma chuva tardia de confétis.
Já sem a pressão de ter que ir actuar, sentamo-nos a assistir ao espectáculo proporcionado pelas restantes tunas e aguardámos, serenas, pela divulgação dos resultados.
Com a atribuição do prémio de Melhor Instrumental fizeram-se ouvir os primeiros sorrisos de Letras, com o de Melhor Solista, os abraços tripeiros e com o de Melhor Tuna, os sorrisos deram lugar às lágrimas, as vozes perderam a força de tanto gritarem e a união fez-se sentir ao mais alto nível!
São, sem dúvida, momentos como estes que ficam, histórias que marcam, partilhas que nos prendem e laços que se criam com nós que jamais serão desfeitos.
O coração azul em forma de palco de uma pequena grande Senhora bateu mais forte naquele dia e continuará a bater com essa mesma intensidade em cada uma de nós, cada vez que nos lembrarmos de tudo aquilo que nos ofereceu e de tudo aquilo que fez para continuar a dar vida a este sonho que a Tuna é...
Um obrigada sentido, num eterno agradecimento...a si, em especial, e a todas vós que dia após dia continuam a partilhar comigo cada pedaçinho desta grande família.
P.S. Não podia deixar de agradecer a presença de algumas pessoas que me são muito queridas, a minha amiguinha Cátia, a Andreia, a Teresinha e todos aqueles que foram lá e que nos apoiaram (a Panamá, a Inês e toda a malta tripeira). Um muito obrigada por tudo!
A ansiedade era muita, mesmo antes da partida, e entre malas desencontradas, “trajes já cansados” e cds bem característicos com vontade de rodar nas duas nossas “bombas” que nos levariam até Faro, começou a viagem para um mundo mouro-encantado!
Na viagem, as peripécias habituais, as ultrapassagens com surpresas, as garrafas bem à mostra, as calinadas da praxe e a música a ecoar pelo país inteiro. De norte a sul do país levámos sorrisos, alegrias, amizades...
À chegada, o grande hit da nossa amiga Joanna exigiu destaque e, sem dúvida, obteve-o. Bairalico à pressão, as cervejas viriam depois, e deu-se o primeiro contacto com o gélido quarto gigante que nos acolheria na primeira noite.
Apesar de nos quererem fazer acreditar que era para trabalhar, algumas de nós ficaram no quarto (o blog oficial da TFFLUP comprova o resultado...) e outras dirigiram-se ao local da festa...o mítico B.A.! Partidas de matrecos (desde o Marco de Canaveses que esta Tuna já não é a mesma...), bebidas à borla, pão com chouriço e pizzas quentinhas e um senhor nosso fã que até corria só para nos ver. A menina reguila, os senhores guardas que não levam a mal, a festa do pijama para alguns e era a hora de recolher ao calor, ou não, dos nossos lençóis...e das nossas capas!
De manhã, acordadas por um sussurrar de um “alguém está acordado?”, lá fomos ganhando coragem e preparamo-nos para sair. Almoço na cantina do campus da Penha, tarde bem passada a tocar num cafezinho, Karaoke (se tivessem sido as BAP tinhamos ganho) e um belo lanche antes do jantar, novamente no campus da Penha.
É então chegada a hora do espectáculo e no caminho de bus para o autitório das Gambelas já algumas emoções iam sendo exteriorizadas. Lá, os nervos iam aumentando com o chegar da hora de subir a palco, os corações das dez meninas corajosas batiam mais fortes mas o orgulho e a honra de representarem a Tuna Feminina da Faculdade de Letras da Universidade do Porto falou mais alto e brindaram o público com uma excelente actuação! Do sempre sentido “Rio, a Ribeira, a Margem”, passando pelo nosso “Foi Deus”, com um instrumental poliglota e um medley bem português, chegámos ao nosso “Serenatas a Ninguém” que tão bem culmina todas as nossas actuações.
No final, o grito de guerra “Tu, Tu, Tu, Tu, Tu, Tuna de Letras” ecoou bem alto entre as paredes daquele edifício e foi acompanhado por uma chuva tardia de confétis.
Já sem a pressão de ter que ir actuar, sentamo-nos a assistir ao espectáculo proporcionado pelas restantes tunas e aguardámos, serenas, pela divulgação dos resultados.
Com a atribuição do prémio de Melhor Instrumental fizeram-se ouvir os primeiros sorrisos de Letras, com o de Melhor Solista, os abraços tripeiros e com o de Melhor Tuna, os sorrisos deram lugar às lágrimas, as vozes perderam a força de tanto gritarem e a união fez-se sentir ao mais alto nível!
São, sem dúvida, momentos como estes que ficam, histórias que marcam, partilhas que nos prendem e laços que se criam com nós que jamais serão desfeitos.
O coração azul em forma de palco de uma pequena grande Senhora bateu mais forte naquele dia e continuará a bater com essa mesma intensidade em cada uma de nós, cada vez que nos lembrarmos de tudo aquilo que nos ofereceu e de tudo aquilo que fez para continuar a dar vida a este sonho que a Tuna é...
Um obrigada sentido, num eterno agradecimento...a si, em especial, e a todas vós que dia após dia continuam a partilhar comigo cada pedaçinho desta grande família.
P.S. Não podia deixar de agradecer a presença de algumas pessoas que me são muito queridas, a minha amiguinha Cátia, a Andreia, a Teresinha e todos aqueles que foram lá e que nos apoiaram (a Panamá, a Inês e toda a malta tripeira). Um muito obrigada por tudo!
domingo, 28 de outubro de 2007
Pequeno T2

Eu sonhei que o mundo estava a acabar,
E isso fez-me pensar em tudo o que me resta fazer.
Lamentei tudo o que não fiz.
Vou fintar qualquer obstáculo para concretizar os meus sonhos.
Apenas tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Um pequeno T2,
Onde podemos viver os dois.
Com vista para o mar e o jardim.
Um carro com tecto de abrir.
Apenas tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Só me falta arranjar um emprego
Para poder estar contigo, só contigo!
Vou tentar encontrar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Ricardo Azevedo
Pois é... ja tenho uma casa para eu morar, so me falta o emprego e o carro com tecto de abrir!! Amigos: o natal está a chegar!! ja podem começar a pensar em me ajudar a realizar este sonho de tudo alcançar!! lol :p
E isso fez-me pensar em tudo o que me resta fazer.
Lamentei tudo o que não fiz.
Vou fintar qualquer obstáculo para concretizar os meus sonhos.
Apenas tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Um pequeno T2,
Onde podemos viver os dois.
Com vista para o mar e o jardim.
Um carro com tecto de abrir.
Apenas tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Só me falta arranjar um emprego
Para poder estar contigo, só contigo!
Vou tentar encontrar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Tenho que virar
A minha vida de pernas para o ar,
E procurar uma casa para eu morar.
Ricardo Azevedo
Pois é... ja tenho uma casa para eu morar, so me falta o emprego e o carro com tecto de abrir!! Amigos: o natal está a chegar!! ja podem começar a pensar em me ajudar a realizar este sonho de tudo alcançar!! lol :p
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